A UTAO refez as contas à variação das receitas fiscais e contributivas e descobriu que afinal este ano ainda não traz qualquer alívio.

Afinal, ainda não é este ano que a carga fiscal vai abrandar – ao contrário do que as contas preliminares da Unidade Técnica de Apoio Orçamental (UTAO) indicavam. Os peritos ajustaram o peso dos impostos e contribuições na economia do efeito do perdão fiscal, que foi concedido pelo Governo em 2013. E mudaram as conclusões.
A carga fiscal em 2014 vai subir ligeiramente para 34%, face aos 33,9% do ano passado, em vez de baixar de 34,7% para 34,2%, mostra a versão final da nota sobre o Documento de Estratégia Orçamental.
Os valores ajustados de efeitos temporários projectam um aumento progressivo da carga fiscal até atingir 34,6% do PIB em 2015, estabilizando em torno deste valor até 2018. Isto apesar de se prever que a economia já vai estar a crescer.
Fonte: Económico