Resolução de problemas pontuais, desenhar estratégias, melhorar os processos de execução ou ajudar a preparar as empresas para a internacionalização.
Influenciar as contratações do BNP Paribas
Questionados sobre como têm aplicado as suas formações para resolver problemas à medida das empresas, o IDEFE – ISEG destaca o trabalho feito em conjunto com o BNP Paribas. “Na linha da formação dual que é praticada na Alemanha, desenhámos um projeto de qualificação de técnicos na área de gestão de risco, numa acção que envolveu a participação e contributo de quadros tanto do ISEG como do BNP Paribas”, revela João Cantiga Esteves, professor de Finanças do ISEG e administrador do IDEFE – ISEG. O processo faseado envolve primeiro enviar estagiários e candidatos a trabalhar no banco para uma formação no ISEG. Depois essa formação continua no banco e a decisão de se integrar o candidato nos quadros deriva dessa formação dual. “Essencialmente, o processo de entrada nos quadros do BNP Paribas envolve uma participação ativa do ISEG”, conclui João Cantiga Esteves.
Juntar gestores da BASF com distribuidores
Um dos exemplos de maior sucesso de aplicação do “método de caso” – inspirado no modelo da Harvard Business School – pela AESE no último ano lectivo foi o programa à medida ‘In Company’ da BASF. Tratou-se aqui de uma formação customizada dedicada a assuntos como gestão de empresas familiares, estratégia competitiva e ‘pricing’. “O interessante desta ação é que reuniu na mesma sala de aula quadros da empresa com os dirigentes das empresas que são distribuidores e agentes BASF”, revela André Vilares Morgado, diretor comercial da AESE. “O risco inerente foi elevado, mas a experiência dos nossos docentes, aliada ao “método do caso”, permitiu ultrapassar com sucesso o desafio que nos foi lançado pelo nosso cliente”.
O renascimento da Leitaria da Quinta do Paço no Porto
Aos 33 anos, Joana Costa decidiu revitalizar a antiga Leitaria da Quinta do Paço, no Porto, depois de frequentar algumas aulas do curso de Gestão Geral da Porto Business School. “Venho da área das ciências sociais e senti que na minha vida profissional havia um défice na área da gestão. Não estava contente com o meu emprego no sector da saúde hospitalar e foi então que decidi fazer uma formação em gestão”, conta. Ao fim de poucas aulas, lançou-se com o marido na aventura da sua vida: fazer renascer aquela antiga pastelaria de fabrico artesanal que já foi um negócio familiar e passava, desde 1990, por momentos complicados com a sucessão de gestores e investidores. “Oque aprendi no curso não foi tanto a parte técnica, até porque acabei por desistir das aulas para me entregar de corpo e alma ao projecto. Aprendi a criar e a acreditar. Oespírito de empreendedorismo foi o que de mais importante me deu a escola”, conta Joana Costa. Onegócio está a correr tão bem que, ao fim de um ano, esta empreendedora vai expandir o negócio abrindo a segunda pastelaria.
A Auto-Sueco e o ‘To Be Program’
‘To be Program’ é um programa de formação avançada desenvolvido em conjunto pelo grupo Auto-Sueco e pela Católica Porto Business School. “Dotar quadros de diversas áreas do grupo com as capacidades de gestão necessárias aos desafios de internacionalização do grupo” era a motivação que estava por trás desta formação à medida, segundo disse ao Económico um dos seus responsáveis.
O programa tem a duração de dois anos e será ministrado em duas fases. “No dia 29 de Abril terminou a Fase I da sua primeira edição, que foi marcada por um grande evento de ‘team building’ nas águas do Douro”. O dia envolveu os quadros do ‘To Be Program’ e respectivos directores em equipas mistas, em várias provas de vela. “Esta dinâmica representa de alguma forma o contexto actual do grupo Auto-Sueco, servindo de treino para contextos económicos altamente competitivos, para a importância do trabalho em equipa, para a necessidade de tomar decisões, assumir riscos e, sobretudo, valorizar a ambição de ser sempre melhor”. O grupo emprega cerca de 3.500 pessoas em 16 países.
Criar um negócio vencedor em Portugal
O Pedro já há um ano que procurava uma oportunidade de negócio. Com três amigos, fazia várias pesquisas sobre o que poderia funcionar em Portugal, em plena crise. Durante a pesquisa percebeu que, qualquer que fosse o projecto, iria exigir dele competências que não possuía. Como arquiteto tinha a noção que as suas bases de conhecimento eram muito limitadas. Decidiu procurar uma solução de formação para o ajudar neste desafio. Aconselhado pelo irmão, um alumni CGG, decidiu-se pelo Nova Executivos e pelo Curso Geral de Gestão. Não se arrependeu. depois de uma pesquisa decidiram trazer para Portugal o LLAOLLAO de Espanha. Em Portugal, optaram por um quiosque de 16 m2(totalmente desenvolvido por eles), numa superfície comercial. O sucesso foi tal que já exportaram o conceito. Hoje pretendem abrir 20 lojas até 2014.
Fonte: Económico