Os Audi A4 e A6 são os dois modelos que os portugueses vão poder ganhar com o sorteio da Factura da Sorte, que começa no início de Abril. O Negócios sabe que serão estes dois carros da marca alemã, que ofereceu a melhor proposta para a aquisição do Ministério das Finanças, que serão sorteados nos 54 concursos que se vão realizar durante o próximo ano.
Segundo o Negócios apurou, o grupo Siva, que comercializa a Volkswagen, a Audi e a Skoda, ganhou o concurso lançado pelo Governo com o modelo A4, que tem a sua entrada de gama por um preço de 35.270 euros, e o modelo A6, que começa a ser comercializado por 47.760 euros. A BMW terá oferecido a segunda melhor proposta.
Recorde-se que este ano o Fisco vai sortear carros. Futuramente a opção pode ser outra, mas sempre prémios em espécie. Irão ocorrer 52 sorteios, um por semana, e mais dois especiais. De acordo com o regulamento, nos sorteios a realizar entre 1 de Abril de 2014 e 31 de Março de 2015, serão sorteados carros de valor “igual ou inferior a 39.360 euros”. Deverão ser os A4 a serem entregues nestes 52 sorteios.
No mesmo período haverá dois concursos extraordinários, em que os contribuintes se poderão habilitar a um A6, um no Verão e outro no Natal, em que os carros a sorteio terão um valor unitário “igual ou inferior a 51.660 euros. Nos anos seguintes poderá haver até oito sorteios extraordinários, em que serão atribuídos “um maior número de prémios” ou “prémios especiais”.
A compra destas 54 viaturas foi entregue à Entidade de Serviços Partilhados da Administração Pública (eSPap). A compra será efectuada através dos acordos quadro celebrados por esta entidade para outras compras públicas. Quer isto dizer que os possíveis vendedores, já antes pré-seleccionados pela eSPap através de concurso público, serão agora contactados e ser-lhes-ão pedidas propostas para estas aquisições.
A Audi foi no ano passado a 7ª marca mais vendida em Portugal, com uma subida de 0,6% em relação ao ano anterior. Este ano, até Fevereiro a marca está a aumentar vendas em 24,5%.
Fonte: Económico