A Galp, associada às sete maiores universidades portuguesas, quer criar no Brasil uma representação permanente do recém-constituído ISPG – Instituto do Petróleol e Gás para formar especialistas no sector da energia.

A Galp apresenta hoje no Rio de Janeiro o ISPG – Instituto do Petróleo e do Gás, recentemente fundado em Lisboa, contando com a participação das universidades de Aveiro, do Minho, Nova de Lisboa, do Porto, da Faculdade de Ciência e Tecnologia da Universidade de Coimbra, do Instituto Superior Técnico, e da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa. O objetivo do ISPG é a formação avançada de quadros técnicos e a criação de uma rede de cooperação entre empresas, universidades e outros organismos de investigação ligados ao sector da energia.

O IST é oficialmente apresentado a vários representantes das autoridades brasileiras durante o seminário “Desafios Oil & Gas no Brasil” que decorre hoje no Hotel Copacabana Palace.

Esta iniciativa tem a participação do ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil, Marco António Raupp, do Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Santos Filho, do comissário geral do Ano de Portugal no Brasil, Miguel Horta e Costa e do presidente executivo da Galp, Manuel Ferreira de Oliveira, entre outros.

Os responsáveis pelas sete pricipais universidades portuguesas vão apresentar todos os projetos de investigação e desenvolvimento que têm sido realizados em Portugal na área da pesquisa e exploração de petróleo.

Manuel Ferreira de Oliveira debaterá no neste seminário, juntamente com os responsáveis técnicos brasileiros na área da energia, todos os projetos da área da energia em que a Galp e as empresas portuguesas têm participado no Brasil.

Esta iniciativa insere-se no âmbito das exigências legais brasileiras feitas às empresas que participam na pesquisa e exploração de petróleo no Brasil, que obriga à aplicação de 1% das receitas do petróleo extraído no Brasil a projetos concretios de Investigação e Desenvolvimento. Fontes do sector admitem que até 2017 estes projetos deverão contar com um financiamento estimado em cerca de 110 milhões de euros e a maioria destes projetos terão de ser realizados no Brasil.

Fonte: Expresso

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