O Great Place to Work Institute acaba de revelar as 25 melhores empresas para trabalhar em Portugal, finalistas do estudo que conduz todos os anos. A lista Great Place to Work Portugal 2014 tem cinco novas entradas, sendo que os prémios serão conhecidos em fevereiro.
AbbVie, AstraZeneca, EMC, Makro Cash & Carry e Volkswagen Bank são as novas finalistas da lista. Do grupo de 25 finalistas, apenas uma obterá o primeiro lugar como Great Place to Work Portugal 2014, por apresentar uma gestão de excelência e uma percepção por parte dos colaboradores de uma qualidade de ambiente de trabalho acima da média.
Estas são as finalistas deste ano, por ordem alfabética:
1. Abbvie – farmacêutica
2. Astellas Farma – farmacêutica
3. Astrazeneca – farmacêutica
4. BMW Portugal – automóvel
5. Cisco Systems Portugal – tecnologias de informação
6. Diageo Portugal – comércio e distribuição
7. Edenred Portugal – serviços profissionais
8. EMC Portugal – tecnologias de informação
9. Gatewitt – tecnologias de informação
10. Grünenthal – farmacêutica
11. HUF Portuguesa – indústria
12. Janssen Cilag Farmacêutica – farmacêutica
13. Johnson’s Wax de Portugal – comércio e distribuição
14. Makro Cash & Carry Portugal – comércio e distribuição
15. Maksen Consulting – serviços profissionais – consultoria
16. Medtronic Portugal – comércio e distribuição
17. Mercedes Benz Financiamento – serviços profissionais – financeiro
18. Microsoft Portugal – tecnologias de informação
19. Roff Serviços Profissionais – consultoria
20. Royal Canin Portugal – comércio e distribuição
21. SAS Institute Software – tecnologias de informação
22. Siscog – Sistemas Cognitivos – tecnologias de informação
23. Teleperformance Portugal – serviços profissionais – call center
24. Unilever Jerónimo Martins – comércio e distribuição
25. Volkswagen Bank Portugal – serviços profissionais – financeiro
Participam acima de seis mil empresas neste estudo anualmente, sendo que a cada edição respondem ao
questionário Trust Index cerca de 2 milhões de pessoas. Portugal foi pioneiro, a nível europeu, ao publicar o primeiro estudo nacional em 2000.
Fonte: Dinheiro Vivo