As empresas que têm mais mulheres em quadros de topo terão preferência no acesso a financiamento comunitário.

A política de discriminação positiva foi anunciada hoje pelo ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro.

No Acordo de Parceria que Portugal já entregou formalmente me Bruxelas é reconhecido que “persistem um conjunto de constrangimentos ou factores de risco que põem em causa os princípios” de igualdade entre homens e mulheres e para os quais “importa dar uma resposta eficaz e eficiente” apesar de Portugal já ter feito alguns “progressos” nesta matéria.

O acordo aponta “a presença muito desequilibrada, designadamente entre homens e mulheres, em órgãos de decisão ou representação política” como um dos constrangimentos a emendar.

Poiares Maduro avançou que discriminar positivamente as empresas que concorrem a financiamento comunitário e que tenham mais mulheres em cargos de topo “é um incentivo importante para apoiar a mobilidade das mulheres” para esse tipo de cargos.

 

Fonte: Económico

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